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domingo, 31 de outubro de 2010

VÍDEO - Petrópolis - Passeio de vitória

VÍDEO - Petrópolis CATEDRAL SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA

Petrópolis - Palácio de Cristal

VIAGEM A PETRÓPOLIS – RJ
PARTE 4

1.Atividades da viagem (2º DIA – 10/JULHO/2009):

d) Palácio de Cristal: Nossa segunda parada no passeio de vitória foi no Palácio de Cristal de Petrópolis. O cocheiro nos deu uma breve introdução a história do local e comunicou que poderíamos descer e visitar o local, enquanto ele nos aguardaria nos portões do Palácio. 


Descrição de Imagem: Ainda na Vitória, nosso cocheiro explicava a importância do Palácio de Cristal de Petrópolis




         O Palácio de Cristal de Petrópolis foi encomendado da França pelo Conde D’Eu, na forma de presente à sua esposa, a Princesa Isabel, ligada à Associação Agrícola e Hortícola de Petrópolis (ou seja, inicialmente o prédio destinava-se a ser a sede da "Associação Hortícola e Agrícola de Petrópolis" formada pela alta aristocracia petropolitana). 


           Inaugurado em 1884, era considerado também o salão de baile da Família Imperial. 


         A festa mais famosa realizada neste local foi no domingo de Páscoa de 1888, quando a princesa Isabel juntamente com seus filhos, entregou cartas de alforria aos 103 últimos escravos em Petrópolis, a maioria indenizando os seus senhores com expressiva campanha desenvolvida na cidade.

Descrição de Imagem: Valter, Roberta, Henrique e Fernando e ao fundo o Palácio de Cristal de Petrópolis


O palácio foi construído na mesma época em que estava sendo construída a Torre Eifel, é um dos exemplos de como a Revolução Industrial, que acontecia na Europa, influenciou os estilos arquitetônicos.  


Produzido nas oficinas da Sociedade Anônima Saint-Souver Lês Arras, na França. A estrutura é inspirada no Palácio de Cristal de Londres e no Palácio de Cristal do Porto, com estrutura em ferro fundido pré-moldada (a primeira do Brasil), reflete bem o período histórico e possuía seus vitrais em cristal belgos, mas uma chuva de granizo em 1889, grande parte deles foram destruídos.

Mas após a Proclamação da República, o Maravilhoso Palácio de Cristal foi utilizado para diversos fins, sendo vendido em leilão e transformado em cassino, depois garagem do Corpo de Bombeiros e ainda abrigou vítimas de tragédias que se abateram sobre a Cidade. Também serviu a objetivos mais nobres, mas nem sempre adequados a seu propósito original; sede de diversas associações literárias, de entidades ligadas à música, do Liceu de Artes e Ofícios de Petrópolis; clube de boliche e salão para bailes populares.

Em 1938 o palácio foi coberto por folhas-de-flandres e tijolos para abrigar o Museu Histórico de Petrópolis, que mais tarde seria transferido para onde hoje funciona o Museu Imperial de Petrópolis.

Protestos na Câmara Municipal e levou à revogação do contrato de 1892.

Em 1957 o palácio foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, mas ele continuou coberto. Paredes similares às originais foram colocadas no ano da comemoração do centenário do palácio, em 1984.

 Passou a importante monumento e um dos mais conhecidos cartões postais de Petrópolis.

Atualmente, é palco de festas como a Bauernfest, festa em homenagem aos colonos alemães de Petrópolis que ocorre todos os anos nos finais do mês de junho. Também ocorrem muitos eventos musicais e no Natal recebe uma linda decoração.

           A noite, com efeitos de iluminação, se revela uma linda paisagem.

Nos jardins deste Palácio existe uma cruz no local onde foi realizado a missa em comemoração da vinda dos colonos alemães para Petrópolis. A missa foi realizada em alemão para que eles pudessem compreender, pois 2/3 dos colonos que vieram eram católicos.

Descrição de Imagem: local onde foi realizado a missa em comemoração da vinda dos colonos alemães para Petrópolis


Neste mesmo jardim existem canteiros de flores, árvores e uma linda fonte. Um lugar delicioso, principalmente se o dia estiver ensolarado como o que tivemos a sorte de desfrutar.

Descrição de Imagem: Valter e Roberta nos jardins do Palácio de Cristal de Petrópolis


Endereço: Rua Alfredo Pachá, s/n° - Centro
Telefone: 2247-3721
Visitação: Visita monitorada de Terça a Domingo de 09:00h às 18:00h
Valor: R$ 5,00 e maiores de 60 anos e estudantes por R$2,50 (estudantes da rede pública, desde que uniformizados, não pagam).

sábado, 30 de outubro de 2010

Petrópolis - Catedral São Pedro de Acântara

VIAGEM A PETRÓPOLIS – RJ
PARTE 3

1.continuação Atividades da viagem (2º DIA – 10/JULHO/2009):

c) CATEDRAL SÃO PEDRO DE ALCANTARA: Nossa primeira parada no passeio de Vitória foi à Catedral São Pedro de Alcântara.

O padroeiro da igreja é São Pedro de Alcântara, venerado como protetor da monarquia, instituído por D. Pedro I como patrono do Império Brasileiro.  

Descrição de Imagem: Rike e Nando a frente da Catedral


A construção da igreja foi aprovada em 1871.

Em 1876 o arquiteto italiano Federico Roncetti apresentou um projeto em estilo neo-renascentista, que foi recusado.

Somente em 1882 o Presidente da Província, Bernardo Gavião Peixoto, encarregou o arquiteto Francisco Caminhoá da elaboração do projeto. 

Em 18 de Maio de 1884 com a presença do S.M.I. D. Pedro II e as Princesas, a segunda pedra fundamental é posta sobre a primeira, colocada 8 anos antes, no Altar-mór, incluindo-se na urna uma cópia da "Lei do Ventre Livre" A construção teve início e seria concluída em 1939.
O projeto Primitivo, do Engenheiro Caminoá, tinha a fachada voltada para o Palácio Imperial, direção esta que foi modificada por uma sugestão da Princiesa Isabel, quando D. Pedro II realizava uma viagem à Europa. A idéia foi por ele de pronto aprovada. A nova frente da Matriz ficava, pois, voltada para o eixo Av. Koeler, considerada então, a "rua nobre" e que guarda até os nossos dias, a beleza e a harmonia de seu conjunto arquitetônico. A Princesa Isabel talvez tivesse a instuição de que este conjunto arquitetônico seria uma das mais belas vistas que Petrópolis pode oferecer aos petropolitanos e  visitantes. 

O atual edifício da catedral possui um estilo neo-gótico, muito em voga na época, inspirado especialmente nas antigas catedrais do norte da França do século XVIII foi executada em alvenaria de pedra aparelhada e apresenta obra de cantaria de granito.

A construção da catedral não parou após a Proclamação da República e seguiu até 1901, quando as obras entraram em um período de paralisação.

Terminada a Grande Guerra (1914-18) despertam os ânimos para nova arrancada  na construção do templo; não mais em granito aparelhado de Petrópolis, mas em tijolos e argamassa de cimento. Tem início a segunda fase de construção intensiva, de 1918 a 1925.

Finalmente, em 29 de novembro de 1925, é inaugurada a nova matriz de Petrópolis, após 37 anos de trabalhos. Porém, o edifício não estava terminado, faltando a fachada principal e a torre, além de muito da decoração interna.

As obras da fachada só começaram em 1929 e chegaram até o nível da rosácea na década de 1930, que se encontra ao centro da entrada da Catedral, que coroa a imensa porta.


Logo acima, as únicas estátuas figuram os quatro evangelistas (São João, São Lucas, São Marcos e São Mateus) de A. Bordignon.

Descrição de Imagem: Valter observando o interior da Catedral

Abaixo, entre os feixes de colunas, que se encontram em ogivas, abre-se o vão de ingresso ao templo.

A torre, que só seria construída entre 1960 e 1969, também abriga uma cela campanária com 5 sinos de bronze fundidos em Passau, na Alemanha.

As duas folhas da porta são metalizadas e talhadas na escola de aprendizes em São Paulo, com desenho de Glass Veiga em jaberana, madeira de procedência russa.  

Os vitrais do deambulatório e da nave datam em sua maioria da década de 1930.

Descrição de Imagem: Alguns dos vitrais da Catedral de Petrópolis


Em 1920 foi anulado o decreto que bania a Família Imperial do Brasil, e já em 1921 os restos de D. Pedro II e D. Tereza Cristina foram trazidos do Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa, para o Rio de Janeiro, onde foram alojados na Catedral Metropolitana.

Em 1925 os restos foram transferidos para a sacristia da catedral de Petrópolis.

O Mausoléu Imperial se constitui de uma capela localizada à direita da entrada, é um dos grandes atrativos históricos da catedral.

Descrição de Imagem: Mausoléu Imperial de Petrópolis


Finalmente, em 5 de dezembro de 1939, o presidente Getúlio Vargas e outras autoridades inauguraram o Mausoléu Imperial, para onde foi transferido definitivamente o sarcófago do Imperador e da Imperatriz.

Em 1971 também foram sepultados no mausoléu a Princesa Isabel e seu marido, o Conde D’Eu.

A catedral possui um importante órgão, fabricado no Rio de Janeiro e instalado em 1937 com materiais e mão de obra nacionais, pelo artista organeiro Guilherme Berner, introdutor da indústria do órgão no Brasil. 

O complexo instrumento com 33 registros distribuídos em três teclados  manuais e um de pedal, possui 2.227 tubos, tendo os maiores o tamanho de 7 metros e os menores apenas 29 centímetros -  vide localização na planta (7).

Descrição de Imagem: Órgão da Catedral de Petrópolis


Localização: Rua São Pedro de Alcântara, 60 - Centro
Maiores informações: Disque Turismo: 0800-241516
Visitação: terça a domingo - 8h às 12h / 14h às 18h.
Os visitantes podem apreciar os sinos tocando durante a semana às 07h30, 12h00 e 18h00, aos sábados às 18h00 e domingos às 9h30h e 18h00.

Petrópolis - Passeio de vitória


VIAGEM A PETRÓPOLIS – RJ
PARTE 2

1.Atividades da viagem (2º DIA – 10/JULHO/2009):

a) CAFÉ DA MANHÃ: Acordamos cedo para aproveitarmos o dia. Como no local de hospedagem não ofereciam café-da-manhã, resolvemos nos arrumar e sairmos em busca de uma padaria e escolhemos uma, bem no centro de Petrópolis, na Av. Ipiranga.

b) PASSEIO DE VITÓRIA: Após o café, resolvemos iniciar nosso passeio por Petrópolis pelo museu Imperial, mas só abriria a partir das 11h. Então, decidimos fazer em passeio de Vitória, pois assim percorreríamos vários pontos que havíamos programado visitar. Ao longo da calçada do Palácio Imperial encontram-se inúmeras Vitórias para passeios diversos. A primeira coisa a combinar junto ao cocheiro é o roteiro e o preço por pessoa. Nós realizamos o GRANDE PASSEIO, com direito aos principais pontos turísticos da cidade, explicação histórica, parada para visitação e fotos, ao custo de R$ 50,00 por pessoa. Existem opções mais baratas, mas são aquelas que sem paradas e nem explicações detalhadas. Tudo acertado iniciamos nosso mergulho rumo à história do Brasil Império.

Descrição de Imagem: Valter, Roberta, Henrique e Fernando, prontos para o passeio de Vitória por Petrópolis


A Vitória, que se chama assim em homenagem à rainha britânica Victoria, passou a ser utilizada em passeios turísticos em Petrópolis na última década de 40 e permanece até hoje como uma das principais atrações da ex-cidade sede do Império Brasileiro. 

Descrição de Imagem: Fernando posando de cocheiro da Vitória


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

VIAGEM A PETRÓPOLIS RJ


VIAGEM A PETRÓPOLIS – RJ
Descrição da imagem: bandeira da cidade de Petrópolis - RJ. Bandeira de formato retangular de fundo branco, com um brasão ao centro.





Viajamos a Petrópolis da forma mais perfeita, ou seja, FAMILIA MORETTI PADULLA completa (Valter, Roberta, Henrique e Fernando).

PLANEJAMENTO DA VIAGEM:

1. Total de dias: 02 dia (09 e 10 de julho de 2009);

2. Cronograma:
1º dia: Mogi das Cruzes - SP / Petrópolis - RJ 2º dia Petrópolis - RJ / Mogi das Cruzes – SP


Descrição de Imagem: Mapa do trecho de estrada entre Mogi das Cruzes-SP e Petrópolis-RJ



Acontecimentos anteriores da viagem:




Não podería deixar de contar alguns fatos que aconteceram no período de planejamento desta viagem, que sempre ficam para a história.




Durante o primeiro semestre, a Família Moretti Padulla vinha calculando os gastos de forma a verificar a possibilidade de viajar nas férias de julho, pois adoram sair para curtir momentos em família, de preferencia sempre juntos, mas quando não dá, participam aqueles que na época estão disponíveis.




Sendo assim, vinham percebendo que para o meio do ano, estaríam com a contabilidade apertada e teriam que pensar bem o que fazer.




Mas sem a Roberta saber, foram (Valter, Henrique e Fernando) planejando uma viagem surpresa. Não sabiam exatamente para onde a Família Moretti Padulla iria desta vez, mas queriam surpreender a matriarca.




Primeiramente pensaram em simular um mal estar do Rike, na madrugada e como uma mãe preocupada, claro que ela iria querer levar o filho ao hospital e desta forma, já teriam guardado as malas no carro, após a Roberta ir se deitar, e ao invés de irem ao hospital, iriam em direção a estrada. Mas eis que surgiu um problema: "Quem iria arrumar a mala da mamãe? O que teria que ser colocado? E se chegando lá ela quisesse algo que não havia levado? Quem assumiria a bronca?"




Então, na noite anterior a viagem, decidiram melhor contar que dentro de poucas horas, iriam sair em viagem, e decidiram ir rumo a Petrópolis - RJ.


DIÁRIO DE BORDO


1. Plano de Vôo: Mogi das Cruzes, rumo a Petrópolis.

a) SAÍDA PARA VIAGEM: saída de Mogi das Cruzes, (fica a 62,3 Km da capital São Paulo) às 5h45 da manhã, pois o plano era aproveitar o máximo possível do dia.
b) 1ª HORA DE ESTRADA: rodaram 88km, parando apenas no Posto de Mogi para abastecer, E em dois pedágios: Rodovia Carvalho Pinto (valor R$ 4,40) e Rodovia Presente Dutra (Valor R$8,50).

c) 2º HORA DE ESTRADA: Rodamos 55 Km, pois paramos por 30 min para tomarmos café da manhã.
d) 3º HORA DE ESTRADA: Rodaram novamente 88km, parando apenas para pedágio na Rodovia Presidente Dutra (valor R$ 8,50).
e) 4ª HORA DE ESTRADA: Rodaram 65 km, pois param para reabastecer e pegar o início de um congenstionamento.
f) 5ª HORA DE ESTRADA: Rodaram apenas 41 km, ainda no congestionamento da estrada.
g) 6ª HORA DE ESTRADA: Foi a mais exaustiva de todas, rodaram apenas 5 km, motivo: acidente na Serra das Araras, motivo: Carreta da Sadia tombada na pista.
h) 7ª HORA DE ESTRADA: Rodaram 77 km.
i) 8ª HORA DE ESTRADA: Rodaram 43 km, pois param no pedágio do inicio da Serra da Estrela (valor R$7,20) e para visitar o Mirante do Cristo, já na chegada de Petrópolis.


2. Atividades da viagem (1º DIA):





Descrição de Imagem: Roberta na divisa de estado de São Paulo com Rio de Janeiro (Rodovia Presidente Dutra)


a) SERRA DAS ARARAS: Situada no município de Piraí – RJ. Possivelmente o nome provém da grande quantidade de araras. Há também outra versão que conta que os caminhoneiros que desciam a Serra, escutavam cantos parecidos com estes animais. Também é conhecida popularmente como “Serra das Bananas”, pela grande quantidade de plantação de bananas.



Descrição de imagem: vista da Serra das Araras
Descrição da Imagem: Congestionamento que enfretamos na estrada
Descrição da Imagem: Serra das Araras e ao fundo o congestionamento




b) MIRANTE DO CRISTO: Após 8h de viagem, chegamos ao Mirante do Cristo, localizado na Serra da Estrela, próximo ao portal de entrada da cidade de Petrópolis – RJ. Do mirante, em dias limpos, sem neblina, conseguimos ter uma vista maravilhosa da Serra da Estrela e da cidade do Rio de Janeiro ao fundo. Vale a pena fazer uma parada e conhecer! Endereço: Rodovia Washington Luiz (BR 040), aberto para visitação diariamente das 8h às 16h.



Descrição da Imagem: Família Moretti Padulla (Valter, Roberta, Rike e Nando) no Mirante do Cristo

 c) PORTAL DE PETRÓPOLIS: na entrada da cidade existe um portal, como na maioria das cidades turísticas.


Descrição da Imagem: portal de entrada da cidade de Petrópolis - RJ






e) UM POUCO DE HISTÓRIA DA CIDADE

Quando estava a caminho de Minas, D. Pedro I conheceu a fazenda do padre Correia, em 1822. Estava à procura de apoio para a Vila Rica, no entanto ao chegar ao Alto da Serra encantou-se com a beleza do lugar, logo lhe veio em mente construir um Palácio para si. Em 1844, foi elevada à categoria de curato em 1857 é elevada à condição de cidade.
Link para história mais completa:



f) MUSEU CASA DO COLONO: Localizada no Quarteirão Castelânea, que lembra a cidade de Kastellaum na região alemã de Hunsruck, local de origem de várias famílias que emigraram e colonizaram Petrópolis. É uma casa simples, com as paredes originais, em pau-a-pique com barro misturado a capim, o que evita fendas. É um sobrado de 1847, onde viveu a família Kaiser (colono alemão Johan Gottlieb Kaiser). Em seu interior possui alguns objetos e mobiliário que retratam o cotidiano d vida dos colonos da época. Endereço: Rua Cristóvão Colombo, 1034 – Castelânea Visitação: terça a domingo de 9h30m às 17h., com acompanhamento de guia.




Decrição da Imagem: Roberta no portão do Museu "Casa do Colono"
Descrição da Imagem: Roberta e filhos Rike e Nando, na janela do sobrado da sede do Museu "Casa do Colono"




Descrição da Imagem: Valter, Rike e Nando, com o guia responsável pela visita monitorada pelo Museu "Casa do Colono"


g) HOSPEDAGEM: Foi uma exaustiva procura por hospedagem, sem sucesso, pois todos os hotéis no centro de Petrópolis estavam lotados. Então, fomos até o Batalhão do Exército e o Capitão fez a gentileza de nos acompanhar até uma pousada do Coronel Sacilote, um coronel reformado, do exército, muito simpático! Um lugar super agradável, com chalés completos (flats), uma gracinha de lugar! Mas não oferecem nenhuma das refeições, uma vez que no interior dos chalés existe uma cozinha completa. Resolvido que ficaríamos ali, pegamos 2 chalés, um para os garotos e outro para nós (Valter e Roberta).
Valor: R$50,00 por chalé


h) CENTRO GASTRONOMICO: Tomamos banho e saímos para jantar, pois já estava próximo das 19h. Nos informaram que bem próximo, encontraríamos o Centro Gastronômico, com vários restaurantes e barzinhos muito bons. Realmente, nem 10 minutos de caminhada, por uma rua bem tranqüila, com ar interiorano, escolhemos o restaurante: ARMAZEM 646. Comemos uma deliciosa picanha e costela assada, que desmanchavam na boca! Terminado o jantar, retornamos para a Pousada, pois estávamos exaustos e fomos dormir, pois o dia seguinte seria outra maratona...

Descrição da Imagem: Família Moretti Padulla no restaurante ARMAZEN 646

Descrição de Imagem: Família Moretti Padulla no restaurante ARMAZEN 646